Quanto custa morar em um coliving no Brasil?
- Horizonte Coliving

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Atualizado: há 2 horas
Morar em coliving é escolher praticidade, comunidade e flexibilidade. Quem opta por coliving quer entrar numa casa já pronta, com quarto mobiliado, áreas comuns equipadas, internet funcionando e gestão profissional, pagando apenas um valor mensal que reúne tudo isso, sem surpresas indesejadas. O coliving não é apenas dividir aluguel, é contratar uma experiência de moradia. Essa definição do conceito é amplamente utilizada no mercado imobiliário e explica o motivo da mensalidade de coliving costumar ser maior do que o valor do aluguel em contratos longos.
Neste guia explico de forma prática os custos que compõem o preço de um coliving no Brasil, o motivo desses custos serem maiores que um aluguel tradicional, como a cidade e o bairro afetam o valor e quais faixas você pode esperar, seja ao buscar por coliving no Rio de Janeiro ou em Florianópolis, seja em coliving em São Paulo ou BH.

Por que o coliving costuma custar mais que um contrato de aluguel por 12 a 36 meses?
A comparação direta é simples: alugar um imóvel por 12 a 36 meses costuma dar um custo mensal menor porque você divide apenas o aluguel e, eventualmente, condomínio e IPTU. Para ter a mesma conveniência do coliving, você teria de arcar com mobília, pagar e gerenciar contas, limpar a casa, lidar com a manutenção da casa e dos equipamentos e ainda investir tempo em anunciar, buscar e administrar colegas de casa. O coliving reúne tudo isso em um único serviço.
Na prática, o valor mensal do coliving nasce da soma dos custos fixos e variáveis da operação, dividida pelo número de vagas e com uma margem que torne o projeto sustentável. Entre esses custos estão, de forma consistente:
custo do imóvel, condomínio e IPTU;
contas operacionais: água, luz, gás e internet de qualidade;
mobília inicial, depreciação e reposição periódica;
limpeza das áreas comuns e insumos de higiene;
manutenção preventiva e corretiva dos espaços e equipamentos;
equipe de operação: check-ins, atendimento, manutenção e mediação;
assessorias contábil e jurídica e tributos obrigatórios;
marketing e aquisição de hóspedes para manter ocupação;
seguros e outras provisões legais;
reserva financeira para lidar com vacância e sazonalidade.
O resultado é uma mensalidade que concentra diversos custos e serviços em um único valor, trazendo mais previsibilidade e praticidade para quem escolhe esse formato de moradia.
Sazonalidade e ocupação: o efeito sobre o preço
Algumas cidades têm picos de demanda claros. Destinos de praia e cidades turísticas veem aumento de procura no verão e em feriados, e isso pressiona preços e modelagens contratuais. Eventos sazonais grandes também alteram ocupação, por isso, quando você pesquisa por coliving no Rio de Janeiro ou coliving em Florianópolis, tenha em mente que a média anual tende a incorporar picos e vales, e que a disponibilidade fora de temporada pode oferecer preços mais interessantes.
Faixas de preço mais comuns de coliving no Brasil
A seguir apresento faixas práticas e um valor mais comumente encontrado em anúncios e plataformas por cidade. são referências para orientar quem procura coliving no Rio de Janeiro, coliving em São Paulo, coliving em Florianópolis e coliving em Belo Horizonte.
Coliving Rio de Janeiro
Faixa típica que você encontrará: R$ 1.500 a R$ 6.000 por mês.
Valor que vemos com frequência em anúncios e plataformas: em torno de R$ 2.800 por mês.
Colivings em bairros como Copacabana, Ipanema, Botafogo, Flamengo e Laranjeiras puxam a alta dos preços; há opções mais acessíveis em bairros menos centrais.
Coliving São Paulo
Faixa típica: R$ 1.800 a R$ 6.000 por mês.
Valor mais comum observado: por volta de R$ 3.000 por mês.
São Paulo tem um mercado grande e muito segmentado. Existem espaços mais corporativos e espaços mais comunitários, e os bairros premium elevam a média de preço.
Coliving Florianópolis
Faixa típica: R$ 1.700 a R$ 4.000 por mês.
Valor mais comum: cerca de R$ 2.300 por mês, com forte elevação na alta temporada.
Em Florianópolis a sazonalidade de verão afeta bastante preço e ocupação e há forte presença de colivings no Campeche.
Coliving Belo Horizonte
Faixa típica: R$ 1.500 a R$ 4.000 por mês.
Valor mais comum: cerca de R$ 2.200 por mês.
Belo Horizonte oferece uma relação custo-benefício atraente e uma boa quantidade de coliving no Mangabeiras.
Como a localização dentro da cidade muda tudo
Quando você pesquisa por coliving no Rio de Janeiro, não é a cidade inteira que pesa no preço, são os bairros e, nesse caso, a Zona Sul tende a custar mais. Bairros emergentes de cidades brasileiras podem entregar melhores preços e zonas residenciais afastadas costumam ser mais baratas. A proximidade de coworkings, transporte e centros culturais também influencia fortemente no preço para um coliving.
A lógica é simples, se for caro alugar uma casa em um bairro, os preços de um coliving nesse bairro serão naturalmente mais caros. Porém, talvez isso não aconteça de forma proporcional. Em alguns casos, ter um coliving em um bairro é ter a possibilidade de se viver em uma área que seria difícil de se morar se fosse para alugar um imóvel sozinho. Um exemplo é o Mangabeiras, em Belo Horizonte, um bairro turístico no topo da Serra do Curral que é ocupado apenas por casarões. Dificilmente seria possível morar em um lugar assim se fosse para alugar a casa por inteiro.
Custos ocultos e checklist rápido antes de reservar um coliving
Antes de fechar uma vaga, confira o contrato com atenção, veja os pontos que costumam passar despercebidos e analise critérios essenciais para comparar ofertas de coliving.
caução, taxas de reserva e eventuais taxas administrativas;
política de cancelamento e multas;
exigência de seguro contra danos;
repasse parcial ou tarifas;
o que está incluído na mensalidade (contas, limpeza, internet, lavanderia);
perfil e rotatividade dos moradores;
infraestrutura para trabalho remoto (internet, mesas, tomadas);
localização e acesso a coworkings/transporte;
avaliações e depoimentos recentes.
Por que o Horizonte Coliving acredita que o preço é uma conversa honesta
No Horizonte Coliving acreditamos em transparência. Precificar uma vaga é explicar ao morador o que ele ganha em troca: tempo, comodidade, rede de pessoas e um lugar pronto para viver e trabalhar. Em Belo Horizonte nossas casas foram pensadas para entregar experiência e custo coerente com a cidade e o bairro.
Para saber mais sobre os valores dos nosso quartos, basta conferir no nosso site. Aqui isso não é segredo.
Exemplo prático de decisão: coliving por 1 mês x aluguel por 12 meses
Se você vai ficar um mês ou poucos meses, o coliving geralmente compensa porque elimina custos de mobília, caução grande, gestão de contas e tempo de procura. Se a intenção é ficar 12 meses ou mais e você tem disposição para mobiliar e gerenciar, o aluguel de longo prazo pode ser financeiramente mais vantajoso. A decisão é uma combinação de horizonte de estadia, valor do seu tempo e prioridade por comunidade.
FAQ Rápido
O coliving inclui contas?
Depende do anúncio. muitos coliving têm pacotes tudo incluído, mas sempre confirme.
O coliving é mais caro que alugar por 12 meses?
Em geral sim, porque inclui serviços, mobília e gestão.
Preciso pagar caução?
Alguns coliving pedem caução. Verifique sempre as políticas do coliving e leia o contrato com atenção.
Vale a pena para estadias curtas?
Sim. para estadias curtas e flexíveis o coliving costuma valer pela praticidade.
Quais cidades têm mais coliving no Brasil?
As cidades com maior oferta e busca são principalmente São Paulo e Floriaópolis, mas você pode também encontrar no Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Também existem colivings em fora das capitais, ideais para pessoas que gostariam de ficar uma temporada próximo da natureza. Um dos principais agregadores de ofertas de coliving na internet é o site coliving.com. Webquarto, Airbnb e o bom e velho Google também são outras ferramentas que te ajudarão a encontrar o seu próximo coliving.




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